Tive uma semana estranha e o mais esquisito disso tudo é que pouco pensei, e costumo pensar assim como escrever/ler e falar muito. e não, não foi isso que aconteceu apresar de ter lido como de costumo ou até mais; minha mente se manteve assim como essa folha a primeira vista ''branca'' pronta pra ser preenchida de idéias, e não demorou muito e esse cérebro que parece trabalhar bem mais do que meu próprio coração em relação a meus sentimentos foi se enchendo rapidamente de pensamentos que pareciam mais lembranças mas que eram desejos apenas desejos distantes.
Sempre pensei em tudo, sempre me peguei pensando em coisas um tanto ridículas mas nunca me encontrei com um pensamento tão distinto em meios os outros que aqui habitam.
O motivo? Não sei, mas talvez imagine qual seja e por ser esse tão insignificante assim como e quanto aquelas pessoas que sentam ao fundo da sala que costumam ser caladas e pouco notadas, que quando te olham ao passar na rua dão um sorriso aquele sorriso que muda tudo, que faz você ficar melhor e lembra que assim é: ali é alguém que mesmo não ti fazendo falta alguma sentiria a sua falta; e que lembra que motivos mesmo sendo bobos são motivos; que é você só precisa de algum não precisar ser de extrema importância só precisa ser ''algum'' .. que tudo mudará, mudará toda uma historia, ou metade dela.
- nunca escrevi tão concentrada e ao mesmo tempo tão longe. Parece que estou tentando medi as palavras que estão surgindo na minha cabeça enquanto escuto o barulho do teclado e olho elas sendo escritas (trêmulas) e meus dedos estão vendo cautelosos para não escreve nada além do necessário.
É, armazenamos tudo o que nós dizem em uma gaveta de arquivos abandonada e ao passar do tempo vamos encontrando o sentido de cada uma daquelas coisas que antes, pareciam versos de um poema do século XIX sem sentido algum e que hoje não consegue encontra nada que faça mais sentido que isso, nada que seja capaz de explicar o que aconteceu e o que está acontecendo além daquela (aquela) frase que um homem que fazia de sua vida uma poesia de palavras mas que não era poeta havia lhe dito.
Talvez eu tenha entendido o quanto varias coisas que eu priorizava mesmo negando (priorizava), ser tronam pequenas, medíocres. afinal nada disso conta, não pra mim ,não o quanto que achava que contassem!
Me vejo a procura de detalhes que me faça entender o porque de ser você e me perco em detalhes que me fazem querer segui, mas porque isso agora
só agora.